Por Matheus Chula
A alegoria platônica da caverna é uma das mais conhecidas e populares de toda filosofia. Está contida dentro do famoso “A República” em forma de uma conversa protagonizada por Sócrates. A historinha socrática já foi estudada e debatida à exaustão e existem toneladas de interpretações e conclusões tiradas em cima deste singelo diálogo. Os livros “1984” de George Orwell, “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, e mesmo a série de filmes “The Matrix” exploram questões nascidas deste mito, mais de dois mil anos depois de seu surgimento. E, no entanto, não transcendemos esta caverna ainda.
A alegoria platônica da caverna é uma das mais conhecidas e populares de toda filosofia. Está contida dentro do famoso “A República” em forma de uma conversa protagonizada por Sócrates. A historinha socrática já foi estudada e debatida à exaustão e existem toneladas de interpretações e conclusões tiradas em cima deste singelo diálogo. Os livros “1984” de George Orwell, “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley, e mesmo a série de filmes “The Matrix” exploram questões nascidas deste mito, mais de dois mil anos depois de seu surgimento. E, no entanto, não transcendemos esta caverna ainda.
Segundo a wikipedia: “Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.”
Correto, porém simplório.
O mito da caverna é mais precisamente sobre a ilusão da diferença entre ondas e partículas e a ilusão da tridimensionalidade.
Correto, porém simplório.
O mito da caverna é mais precisamente sobre a ilusão da diferença entre ondas e partículas e a ilusão da tridimensionalidade.
